quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Família unida na esperança de decifrar o mal de Alzheimer

Para a família Betancur, aquilo era um tipo de peregrinação, um ato de fé para com a ciência.

    Em setembro, quatro membros da família viajaram de Medellín, na Colômbia, ao Instituto de Alzheimer Banner, em Phoenix, no Arizona. Com eles estavam seis parentes distantes. Existem muitos outros parentes na cidade de onde eles vieram, aproximadamente 5 mil – a maior família estendida cujos membros possuem uma forma hereditária do mal de Alzheimer.

    Os pesquisadores do instituto e um neurologista colombiano estão estudando os membros da família e planejando um teste clínico para determinar a possibilidade de prevenir a doença anos antes do início da fase de demência via tratamento com drogas.
     
    A família colombiana é considerada ideal para os testes de tratamento preventivo, porque os cientistas podem descobrir quais membros irão desenvolver o mal e aproximadamente quando. As pessoas que contraem a doença possuem uma mutação genética que causa a perda de memória na idade de 40 a 45 anos e, muitas vezes, a perda da maior parte das funções cognitivas aos 50 e poucos anos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário